O envelhecimento faz parte do ciclo vital
e do desenvolvimento humano, não temos como fugir, e esta causa alterações no
organismo que podem ter impacto em diversas áreas do indivíduo como: social,
saúde, familiar, pessoal e profissional. A forma como a pessoa vivencia essa
etapa é essencial para um envelhecimento saudável.
O envelhecer de forma saudável é
desenvolver e cultivar hábitos que aumentem a qualidade de vida do
indivíduo como: cuidar da alimentação procurando ter uma dieta
equilibrada; cuidar da vida social mantendo os amigos e atividades em grupo;
fazer atividade física diariamente; cultivar um hobby e muito essencial
exercitar o cérebro.
De que forma podemos exercitar o cérebro?
Realizando atividades de estimulação
cognitiva, que tem como objetivo amenizar e diminuir o declínio gradual das
funções cognitivas que podem se alterar com a idade no processo do
envelhecimento. Essas funções cognitivas são: memória, atenção, linguagem,
raciocínio lógico, velocidade de processamento de informações, orientação
temporal e espacial e funções executivas.
Em idosos saudáveis sem nenhum declínio
cognitivo a importância da estimulação cognitiva é para desacelerar esse
processo e manter o cérebro funcionando de forma correta por toda a vida. Em
idosos que já apresentam comprometimento cognitivo, demências, Parkinson,
Alzheimer, etc. a estimulação cognitiva é importante para retardar o avançar do
quadro e aliviar seus sintomas.
A eficácia da estimulação cognitiva vem
sendo confirmada por estudos científicos. Estas atividades ao exigirem
pensamento lógico, atenção e concentração, promovem o aumento da densidade
sináptica cerebral, sendo esta rede de transmissão responsável pela dinâmica e
plasticidade cerebral. Assim, nos idosos com declínio cognitivo, a estimulação
cognitiva representa-se como uma promissora intervenção para a redução dos
sintomas, apresentando benefícios ao nível da interação dos participantes e nas
suas relações comunicacionais. (Apóstolo, Cardoso et al., 2014; Middelstadt, Folkerts, Blawath,
& Kalbe, 2016; Spector, Woods, & Orrell, 2008).
A estimulação consiste em oferecer
atividades que estimulam diversas funções cognitivas elaboradas para atender o
perfil de cada pessoa. Essas atividades podem ser jogos, música, culinária,
exercícios, pintura, colagem, dança etc.
Psicóloga Paula Agapito – CRP 12/06625.
Especialista em Terapia Cognitiva
Comportamental.
Áreas de Atuação:
Acompanhamento Terapêutico;
Psicoterapia domiciliar;
Atendimento Online;
Recrutamento e seleção de pessoas;
Visitas de Supervisão;
Desenvolvimento de
atividades de estimulação cognitiva.




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