Cidades de atendimento

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quarta-feira, 15 de abril de 2020

A importância da Estimulação Cognitiva para o Idoso



O envelhecimento faz parte do ciclo vital e do desenvolvimento humano, não temos como fugir, e esta causa alterações no organismo que podem ter impacto em diversas áreas do indivíduo como: social, saúde, familiar, pessoal e profissional. A forma como a pessoa vivencia essa etapa é essencial para um envelhecimento saudável.
O envelhecer de forma saudável é desenvolver e cultivar  hábitos que aumentem a qualidade de vida do indivíduo como:  cuidar da alimentação procurando ter uma dieta equilibrada; cuidar da vida social mantendo os amigos e atividades em grupo; fazer atividade física diariamente; cultivar um hobby e muito essencial exercitar o cérebro.
De que forma podemos exercitar o cérebro?
Realizando atividades de estimulação cognitiva, que tem como objetivo amenizar e diminuir o declínio gradual das funções cognitivas que podem se alterar com a idade no processo do envelhecimento. Essas funções cognitivas são: memória, atenção, linguagem, raciocínio lógico, velocidade de processamento de informações, orientação temporal e espacial e funções executivas.
Em idosos saudáveis sem nenhum declínio cognitivo a importância da estimulação cognitiva é para desacelerar esse processo e manter o cérebro funcionando de forma correta por toda a vida. Em idosos que já apresentam comprometimento cognitivo, demências, Parkinson, Alzheimer, etc. a estimulação cognitiva é importante para retardar o avançar do quadro e aliviar seus sintomas.
A eficácia da estimulação cognitiva vem sendo confirmada por estudos científicos. Estas atividades ao exigirem pensamento lógico, atenção e concentração, promovem o aumento da densidade sináptica cerebral, sendo esta rede de transmissão responsável pela dinâmica e plasticidade cerebral. Assim, nos idosos com declínio cognitivo, a estimulação cognitiva representa-se como uma promissora intervenção para a redução dos sintomas, apresentando benefícios ao nível da interação dos participantes e nas suas relações comunicacionais. (Apóstolo, Cardoso et al., 2014; Middelstadt, Folkerts, Blawath, & Kalbe, 2016; Spector, Woods, & Orrell, 2008).
A estimulação consiste em oferecer atividades que estimulam diversas funções cognitivas elaboradas para atender o perfil de cada pessoa. Essas atividades podem ser jogos, música, culinária, exercícios, pintura, colagem, dança etc.

Psicóloga Paula Agapito – CRP 12/06625.
Especialista em Terapia Cognitiva Comportamental.
Áreas de Atuação:

Acompanhamento Terapêutico;
Psicoterapia domiciliar;
Atendimento Online;
Recrutamento e seleção de pessoas;
Visitas de Supervisão;
Desenvolvimento de atividades de estimulação cognitiva.



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